terça-feira, 3 de junho de 2008

UM POUCO MAIS SOBRE MILAGRES.

Chegamos a um milagre que, por alguma razão, parece o mais difícil de ser aceito pela mente moderna.Posso entender o homem que nega completamente os milagres,mas como classificar as pessoas que crêem em outros milagres e "passam um traço" no Nascimento Virginal? Será que, apesar de tudo que dizem a respeito das leis da Natureza, só existe um processo natural em que acreditem realmente? Ou será que pensam ver nesse milagre um insulto ao ato sexual(embora pudessem sentir que acontece o mesmo com respeito a alimentação dos cinco mil: UNA CRITICA AOS PADEIROS)?Será que o ato sexual é a única coisa ainda venerada neste mundo incrédulo? O milagre, entretanto, não é nem mais nem menos surpreendente que qualquer outro.
A melhor maneira de aborda´-lo talvez seja proveniente do comentário feito em um dos mais arcaicos de nossos jornais ateus. O comentário dizia que os cristãos criam num Deus que "cometera adultério com a mulher de um carpinteiro judeu". O autor estava apenas provavelmente " dando uma alfinetada". Não pensava, na verdade, que Deus, na história cristã, tivesse assumido a forma humana e se deitado com uma mulher mortal, como Zeus fez com Alcmena. No entanto, se houvesse necessidade de responder a essa pessoa, teríamos de dizer que, se chamássemos " adultério" a concepção divina, seriamos obrigados a classificar adultério divino a concepção de cada criança e de cada animal também. Lamento usar expressões que possam atender ouvidos devotos, mas não conheço outra forma de defender meu argumento.
No ato de geração normal, o pai não tem função criativa. Uma particula microscópica de material de seu corpo e outra particula microscópica do corpo da mulher se encontram. (CONTINUA)

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