1) Um pastor ensinava que experiências divinas não podem ser planejadas nem obtidas: "São espontâneos momentos de graça, quase acidentais".
-Um discipulo perguntou:
- Pastor, se a percepção de Deus é simplesmente acidental, por que me ocupo tanto dessas práticas espirituais?
- O pastor respondeu:
- Para estarmos predispostos aos acidentes o máximo possível.
2) Um cristão japonês contou que numa de suas visitas aos Estados Unidos ficou chocado com a objetividade das orações dos americanos. "O americano, ao orar", disse ele, "parece alguém que vai ao Burger King e pede 'o maior hamburguer, bem passado, mas sem pikles nem alface--com ketchup extra, por favor'".O japonês parece mais com aquele turista que entra num restaurante estrangeiro e lê o menu. Depois dá a entender, com gestos e referências a frases de um livrinho para turistas, que gostaria de provar o prato da casa.Essa abordagem oriental á oração, sugere o japonês, envolve mais confiança, bem como mais suspense e aventura. Você nunca sabe o que vão lhe trazer, pois quem decide é seu anfitrião. As duas culturas têm algo a aprender uma com a outra acerca dos pedidos de oração.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
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2 comentários:
Oração “Fast food”
Deus não despreza oração. Por mais rápida, insólita ou insignificante que ela possa parecer. Deus escuta tudo que é sincero, independente se dito ou não por nossos lábios. Muitas vezes a boca se cala, a mente não pensa e a oração apenas sai de nossos corações de encontro a Ele.
Não podemos julgar os adeptos do fast food, pois vivemos na "era" do fast-food e da digestão lenta, que desce rasgando e incomoda nosso organismo. Temos homens grandes, mas não grandes homens. Reuniões intermináveis que não nos levam a lugar algum. Casas chiques e lares despedaçados.
Adoramos uma rapidinha e pílulas mágicas que prometem prazer instantâneo.
Oração fast food é a solução que, “condena e ao mesmo tempo salva”.
Orações rápidas e súplicas são boas também e Deus não despreza, claro. Entendo que ao encararmos a oração como um diálogo com nosso "melhor amigo", aquele confidente, de quem não queremos nos afastar um dia sequer, a oração vai se alongando, nosso coração vai se abrindo e o "assunto" vai aparecendo. Como é prazeroso estarmos na presença de nosso Pai, é uma prática que vamos querer repetir mais frequentemente e por mais tempo, com certeza!
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