A homofobia e o racismo estão entre as questões morais mais sérias e inquietantes desta geração, e tanto a Igreja quanto a sociedade parecem nos limitar a alternativas antagônicas. A moralidade liberal de religiosos e politicos de esquerda é equivalente ao moralismo beato dos religiosos e politicos de direita. A aceitação acrítica de qualquer uma dessas linhas partidárias é uma forma de abdicação idólatra á essência da identidade como filho de Deus. Nem a delicadeza liberal nem a truculência dos conservadores focam a questão da dignidade humana, sempre vestida com farrapos.
Os filhos de Deus encontram uma terceira via. São guiados pela Palavra de Deus e apenas por ela. Todos os sistemas religiosos e politicos, tanto de direita quanto de esquerda, são obras de seres humanos. Os filhos de Deus não venderão seu direito á primogenitura por nenhum prato ensopado, seja ele conservador ou liberal. Eles se apegam a liberdade em Cristo para viver o evangelho---não se permitem contaminar pelo lixo cultural, pela imundicie politica ou pelas hipocrisias enfeitadas dos discursos religiosos.
Os que estão inclinados a entregar os gays aos torturadores não podem reivindicar nenhuma autoridade moral sobre os filhos de Deus. Durante o tempo que viveu na terra, Jesus via essas pessoas obscuras como as responsáveis pela corrupção da natureza essencial da religião. Esse tipo de religião restrita e separatista é um lugar isolado, um Èden coberto de mato, uma igreja na qual as pessoas vivem em uma alienação espiritual que as distancia de seus melhores talentos humanos.
Sempre soubemos o que estava errado conosco: a maldade, até mesmo no mais civilizado entre nós; nossa falsidade, as máscaras atrás das quais mantemos nossos reais interesses; a inveja, forma pela qual a sorte das outras pessoas pode nos aferroar como vespas; e todo tipo de calúnia, o modo como ridicularizamos uns aos outros, mesmo quando nos amamos. Tudo isso é de uma baixeza e de absurdo infantis. "Livre-se disso", diz Pedro. "Cresça na salvação. Em nome de Cristo, cresça."
A ordem de Jesus para nos amarmos uns aos outros nunca se limita á nacionalidade, ao status, á etnia, á preferência sexual ou á amabilidade inerente ao "outro". O outro, aquele que reivindica meu amor, é qualquer um a quem sou capaz de reagir, como ilustra com clareza a parábola do bom samaritano. "Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?", perguntou Jesus. A resposta foi: "Aquele que teve misericórdia dele". Jesus disse: "Vá e faça o mesmo" (Lucas l0.36-37).
A insistência na natureza absolutamente indiscriminada da compaixão dentro do reino é caracteristica predominante em quase todo ensinamento de Jesus. O que é COMPAIXÃO INDISCRIMINADA?
DÊ UMA OLHADA NA ROSA. È POSSIVEL ELA DIZER: "VOU OFERECER MINHA FRAGRÂNCIA ÁS PESSOAS BOAS E NEGÁ-LAS ÁS MÁS"? OU DÁ PARA IMAGINAR UMA LÂMPADA QUE RETÊM SEUS RAIOS LUMINOSOS PARA O IMPIO QUE BUSCA ANDAR EM SUA LUZ? SÓ PODERIA FAZER ISSO SE DEIXASSE DE SER LÂMPADA. e OBSERVE O MODO INEVITÁVEL E INDISCRIMINADO PELO QUAL A ÁRVORE FORNECE SOMBRA A TODOS, BONS E RUINS, JOVENS E VELHOS, GRANDES E HUMILDES; AOS ANIMAIS, AOS HUMANOS E A TODA CRIATURA VIVENTE, MESMO AQUELE QUE PROCURA CORTÁ-LA. ESTA É A PRINCIPAL CARACTERISTICA DA COMPAIXÃO: SEU CARÁTER INDISCRIMINADO.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
O EVANGELHO MALTRAPILHO
O livro o Evangelho maltrapilho de Brennan Manning , o escritor faz no inicio do livro um comentário muito interessante sobre seu público alvo, senão vejamos:
O Evangelho Maltrapilho foi escrito com um público leitor especifico em mente.
Este livro não é para os superespirituais.
Não é para os cristãos musculosos que têm john Wayne como herói, e não Jesus.
Não é para acadêmicos que aprisionam Jesus na torre de marfim da exegese.
Não é para gente barulhenta e bonachona que manipula o cristianismo a ponto de torná-lo um simples apelo ao emocionalismo.
Não é para os místicos de capuz que querem mágica na sua religião.
Não é para os cristãos "aleleuia", que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação.
Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas.
Não é para os complacentes, que ostentam sobre os ombros um sacolão de honras, diplomas e boas obras, crendo que efetivamaente chegaram lá.
Não é para os legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.
O Evangelho Maltrapilho foi escrito para os dilapidados, os derotados e os exauridos.
Ele é para os sobrecarregados que vivem mudando o peso da mala pesada de uma mão para outra.
È para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitar a esmola da graça admirável.
È para os discipulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada.
È para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados.
È para os vasos de barro que arrastam pés de argila.
È para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida É UM GRAVE DESAPONTAMENTO PARA DEUS.
È para gente inteligente que sabe que é estúpida, e para discipulos honestos que admitem que são canalhas.
O Evangelho Maltrapilho é um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado cansado e desencorajado ao longo do CAMINHO.
O Evangelho Maltrapilho foi escrito com um público leitor especifico em mente.
Este livro não é para os superespirituais.
Não é para os cristãos musculosos que têm john Wayne como herói, e não Jesus.
Não é para acadêmicos que aprisionam Jesus na torre de marfim da exegese.
Não é para gente barulhenta e bonachona que manipula o cristianismo a ponto de torná-lo um simples apelo ao emocionalismo.
Não é para os místicos de capuz que querem mágica na sua religião.
Não é para os cristãos "aleleuia", que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação.
Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas.
Não é para os complacentes, que ostentam sobre os ombros um sacolão de honras, diplomas e boas obras, crendo que efetivamaente chegaram lá.
Não é para os legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.
O Evangelho Maltrapilho foi escrito para os dilapidados, os derotados e os exauridos.
Ele é para os sobrecarregados que vivem mudando o peso da mala pesada de uma mão para outra.
È para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitar a esmola da graça admirável.
È para os discipulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada.
È para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosos com falhas hereditárias e talentos limitados.
È para os vasos de barro que arrastam pés de argila.
È para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida É UM GRAVE DESAPONTAMENTO PARA DEUS.
È para gente inteligente que sabe que é estúpida, e para discipulos honestos que admitem que são canalhas.
O Evangelho Maltrapilho é um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado cansado e desencorajado ao longo do CAMINHO.
terça-feira, 17 de junho de 2008
O ASSASSINATO DE CRISTO
Quando Cristo começou sua missão, aos trinta anos, ele não perturbava nada e nem ninguém. Ele apenas andava, cheio de graça, por entre eles e eles gostavam de olhar suas esperanças nesse espelho. O assassinato começou a se desenvolver quando a esperança começou a provocar movimento. Cristo era móvel demais. Não tão móvel no sentido de Vida viva. Ao contrário, nesse ponto ás vezes tem-se a impressão, a partir do que nos conta o evangelho, de que ele era um tanto exigente, fixando-se um pouco demais em principios. Ele tinha que ser, é claro, e logo veremos por que a Vida viva desenvolve-- e por que tem que desenvolver-- no homem, principios rigidos e seriedade exagerada, se ela pretende se colocar contra a natureza imóvel do homem.
Mas Cristo, em toda sua ingenuidade, pretendia ação. Ele se levava tão a sério quanto um cervo o faz. "Eu sou a Vida, é claro! Que mais eu poderia ser?" Assim o ouvimos falar.
Cristo se recusava a ficar em casa com seus irmãos e irmãs e com sua mãe, embora os amasse ternamente. Preferia passear pelo campo, saudar o sol que se levantava no horizonte com seu clarão róseo. Gostava de ver pessoas aqui e ali, em diferentes lugares, se bem que nunca tenha deixado a Palestina.Nada nos permite supor que Cristo, no inicio de suas peregrinações, sentisse que era um salvador da humanidade.. Mas a história de sua vida e de tudo o que sabamos da atividade hunana em geral, nos mostra que a principio ele era diferente dos outros, e que ele se sentia diferente dos outros , no sentido de que não conseguia ficar parado. Não tinha a intenção de passar o resto da vida numa bancada de carpinteiro. Amava o povo, Sentia-se benevolente para com eles. Sua familia era um campo muito restrito para sua atividae transbordante e -- temos que assumir-- para a sua visão de vida.Sabemos que sua mãe o reprovava por não se restringir mais ao âmbito da familia. Não tinha muito boas relações com seus irmãos e irmãs. Mais tarde, quando se deixou seduzir pelo papel de lider messiânico, convidadva seus discipulos a deixarem seus irmãos e irmãs, seus pais e mães para o seguirem. Ele sabia que a vida familiar compulsória impede qualquer movimento que ultrapasse seus limites.
Isto também se compreende quando se leva em conta a contradição entre a Vida em marcha e a Vida imóvel. Se a Vida é verdadeiramente Vida, ela se lança ao desconhecido, mas não gosta de caminhar sozinha. Ela não tem necessidade de discipulos, de adeptos, de submissos, de admiradores, de aduladores. O que lhe é necessário,o que não lhe pode faltar, é o companheirismo, a camaradagem, a amizade, a familiaridade, a intimidade, oi encorajamento de uma alma compreensiva, a possilbilidade de se comunicar com alguém e de abrir o coração. Não há, em tudo isso, nada de sobrenatural e extraordinário. È simplesmente a expressão da vida autência, da natureza social dos homens. Ninguém gosta ou pode viver no isolamento, sem se aariscar á loucura.
Mas esse anseio profundo pelo companheirismo tende a tornar-se amargo, quer dizer, transformar-se em uma exigência incompativel com a Vida viva, se os amigos e os companheiros ficaram ligados a suas familias a suas mulheres, a seus filhos, a seu trabalho. Todas essas ligações têm o efeito de freio sobre eles.Elas os retêm no momento em que um grande salto é necessário. Todos os grandes lideres conheceram essa dificulade. Pedem a seus fiéis que abandonem tudo e os sigam, e só a eles. Foi assim, e será sempre assim, tanto na igreja como no Fascismo Vermelho. A mesma regra se aplica a todo capitão e sua tripulação. Ela se aplica a todo chefe militar, a todo chefe de equipe encarregado de um trabvalho que exija movimento e uma grande liberdade de ação.
A diferença entre o apelo de Cristo e as exigências dos outros acima mencionados reside em que estes dispôem de unidades constituidas e organizadas segundo um esquema rigido, implicando a renúncia a toda forma de imobilismo, enquanto que Cristo não tinha, no inicio, a intenção de fundar uma igreja ou um movimento politico. Ele quer apenas cercar-se de amihgos em suas peregrinações, e descobre que eles são insignificantes, incômodos, que eles freiam e impedem sua alegria de viver. Isto não teria muita importância se seus amigos não o tivessem cativado para ser um futuro Messias. Pouco a pouco,são eles, seus amigos, que determinam as regras que os lideres lhes impôem, e nunca o inverso, a principio. Não há nada em nosso mundo social, e nada pode haver, que não seja fundamentalmente e principalmente determinado pelo caráter e comportamento do povo. Não há exceção para esta regra, não importa para onde se olhe.
Para começãr, são os amigos de Cristo, agora seus admiradores, que o induzem a exigir que eles abandonem seus familiares e suas atividades profissionais. Não porque Cristo seja excepcional em seu comportamento, mas porque a Vida viva agirá sempre, em todas as épocas, não importa em que contexto social, se ela tiver o desejo de avançar resolutamente para o desconhecido sem isolar-se na solidão.
Desta nmaneira, a vida se transforma em dominação, regra, exigência, ordem, restrição, sacrificio, assim que ela enfrenta o imobilismo da multidão, da "cultura", da "civilização", das opiniôes estabelecidas na ciência, na tecnologia, na educação, na medicina. Se todas as pessoas se movessem, não haveria razão para tudo isso. Elas gostariam de fazer seus próprios movimentos. E seriam elas e não alguns lideres ou grupos que carregariam o fardo do progresso.
A grande maioria dos homens, em qualquer época e em qualquer fase da história, nunca saiu de sua cidade natal. Alguns não viajam porque são pobres. Mas a maioria fica no mesmo lugar porque mover-se lhes é penoso. Sua energia Vital só dá para alimentar a eles e a suas familias. Apenas alguns comerciantes e alguns boêmios viajam. Somente a partir da metade do século vinte é que as viagens se tornaram um produto de consumo de massa e as pessoas começaram a ir ao "estrangeiro". Mas a imensa maioria passa verões em Nova York, Chigago ou outras cidades como essas. NãO é certo falar de povo que viaja, se apenas uma minoria o faz, porque á a maioria que determina tudo que acontece. E mesmo que todo mundo viajasse, isto não modificaria em nada a estrutura fundamental da humanidade.
Não é porque viajar é salutar e proveitoso que se nviaja hoje em dia, mas sim poruqe "está na moda", porque o vizinho olharia de lado se você não tivesse visto os mesmos paises que eles. Também se viaja porque " na Europa pode-se comprar tanto com dólares". AINDA É IMOBILISMO.
Se Cristo vai á Europa, não é porque lá o dólar compra mais coisas do que nos Estados Unidos ou vice versa. Ele vai para conhecer os povos europeus. Visita os museus como todo mundo. Mas não os visita "por visitar", ou "porque se deve ver" este ou aquele quadro. Vai simplesmente para ver a pintura.E não é isso o que geralmente se tem em mente, da mesma forma como não se abraça um homem ou uma mulher pelo simples prazer do abraço, mas para fazer filhos. ESSA ATITUDE É ESTRANHA A CRISTO.
POR ISSO ELE SERÁ E TERÁ QUE SER, ASSASSINADO NO FINAL.
Mas Cristo, em toda sua ingenuidade, pretendia ação. Ele se levava tão a sério quanto um cervo o faz. "Eu sou a Vida, é claro! Que mais eu poderia ser?" Assim o ouvimos falar.
Cristo se recusava a ficar em casa com seus irmãos e irmãs e com sua mãe, embora os amasse ternamente. Preferia passear pelo campo, saudar o sol que se levantava no horizonte com seu clarão róseo. Gostava de ver pessoas aqui e ali, em diferentes lugares, se bem que nunca tenha deixado a Palestina.Nada nos permite supor que Cristo, no inicio de suas peregrinações, sentisse que era um salvador da humanidade.. Mas a história de sua vida e de tudo o que sabamos da atividade hunana em geral, nos mostra que a principio ele era diferente dos outros, e que ele se sentia diferente dos outros , no sentido de que não conseguia ficar parado. Não tinha a intenção de passar o resto da vida numa bancada de carpinteiro. Amava o povo, Sentia-se benevolente para com eles. Sua familia era um campo muito restrito para sua atividae transbordante e -- temos que assumir-- para a sua visão de vida.Sabemos que sua mãe o reprovava por não se restringir mais ao âmbito da familia. Não tinha muito boas relações com seus irmãos e irmãs. Mais tarde, quando se deixou seduzir pelo papel de lider messiânico, convidadva seus discipulos a deixarem seus irmãos e irmãs, seus pais e mães para o seguirem. Ele sabia que a vida familiar compulsória impede qualquer movimento que ultrapasse seus limites.
Isto também se compreende quando se leva em conta a contradição entre a Vida em marcha e a Vida imóvel. Se a Vida é verdadeiramente Vida, ela se lança ao desconhecido, mas não gosta de caminhar sozinha. Ela não tem necessidade de discipulos, de adeptos, de submissos, de admiradores, de aduladores. O que lhe é necessário,o que não lhe pode faltar, é o companheirismo, a camaradagem, a amizade, a familiaridade, a intimidade, oi encorajamento de uma alma compreensiva, a possilbilidade de se comunicar com alguém e de abrir o coração. Não há, em tudo isso, nada de sobrenatural e extraordinário. È simplesmente a expressão da vida autência, da natureza social dos homens. Ninguém gosta ou pode viver no isolamento, sem se aariscar á loucura.
Mas esse anseio profundo pelo companheirismo tende a tornar-se amargo, quer dizer, transformar-se em uma exigência incompativel com a Vida viva, se os amigos e os companheiros ficaram ligados a suas familias a suas mulheres, a seus filhos, a seu trabalho. Todas essas ligações têm o efeito de freio sobre eles.Elas os retêm no momento em que um grande salto é necessário. Todos os grandes lideres conheceram essa dificulade. Pedem a seus fiéis que abandonem tudo e os sigam, e só a eles. Foi assim, e será sempre assim, tanto na igreja como no Fascismo Vermelho. A mesma regra se aplica a todo capitão e sua tripulação. Ela se aplica a todo chefe militar, a todo chefe de equipe encarregado de um trabvalho que exija movimento e uma grande liberdade de ação.
A diferença entre o apelo de Cristo e as exigências dos outros acima mencionados reside em que estes dispôem de unidades constituidas e organizadas segundo um esquema rigido, implicando a renúncia a toda forma de imobilismo, enquanto que Cristo não tinha, no inicio, a intenção de fundar uma igreja ou um movimento politico. Ele quer apenas cercar-se de amihgos em suas peregrinações, e descobre que eles são insignificantes, incômodos, que eles freiam e impedem sua alegria de viver. Isto não teria muita importância se seus amigos não o tivessem cativado para ser um futuro Messias. Pouco a pouco,são eles, seus amigos, que determinam as regras que os lideres lhes impôem, e nunca o inverso, a principio. Não há nada em nosso mundo social, e nada pode haver, que não seja fundamentalmente e principalmente determinado pelo caráter e comportamento do povo. Não há exceção para esta regra, não importa para onde se olhe.
Para começãr, são os amigos de Cristo, agora seus admiradores, que o induzem a exigir que eles abandonem seus familiares e suas atividades profissionais. Não porque Cristo seja excepcional em seu comportamento, mas porque a Vida viva agirá sempre, em todas as épocas, não importa em que contexto social, se ela tiver o desejo de avançar resolutamente para o desconhecido sem isolar-se na solidão.
Desta nmaneira, a vida se transforma em dominação, regra, exigência, ordem, restrição, sacrificio, assim que ela enfrenta o imobilismo da multidão, da "cultura", da "civilização", das opiniôes estabelecidas na ciência, na tecnologia, na educação, na medicina. Se todas as pessoas se movessem, não haveria razão para tudo isso. Elas gostariam de fazer seus próprios movimentos. E seriam elas e não alguns lideres ou grupos que carregariam o fardo do progresso.
A grande maioria dos homens, em qualquer época e em qualquer fase da história, nunca saiu de sua cidade natal. Alguns não viajam porque são pobres. Mas a maioria fica no mesmo lugar porque mover-se lhes é penoso. Sua energia Vital só dá para alimentar a eles e a suas familias. Apenas alguns comerciantes e alguns boêmios viajam. Somente a partir da metade do século vinte é que as viagens se tornaram um produto de consumo de massa e as pessoas começaram a ir ao "estrangeiro". Mas a imensa maioria passa verões em Nova York, Chigago ou outras cidades como essas. NãO é certo falar de povo que viaja, se apenas uma minoria o faz, porque á a maioria que determina tudo que acontece. E mesmo que todo mundo viajasse, isto não modificaria em nada a estrutura fundamental da humanidade.
Não é porque viajar é salutar e proveitoso que se nviaja hoje em dia, mas sim poruqe "está na moda", porque o vizinho olharia de lado se você não tivesse visto os mesmos paises que eles. Também se viaja porque " na Europa pode-se comprar tanto com dólares". AINDA É IMOBILISMO.
Se Cristo vai á Europa, não é porque lá o dólar compra mais coisas do que nos Estados Unidos ou vice versa. Ele vai para conhecer os povos europeus. Visita os museus como todo mundo. Mas não os visita "por visitar", ou "porque se deve ver" este ou aquele quadro. Vai simplesmente para ver a pintura.E não é isso o que geralmente se tem em mente, da mesma forma como não se abraça um homem ou uma mulher pelo simples prazer do abraço, mas para fazer filhos. ESSA ATITUDE É ESTRANHA A CRISTO.
POR ISSO ELE SERÁ E TERÁ QUE SER, ASSASSINADO NO FINAL.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
A ASSINATURA DE JESUS
Em 1960 um pastor da Alemanha Oriental escreveu uma peça chamada O SINAL DE JONAS. A última cena representava o julgamento final. Todos os povos da terra estão reunidos na planicie aguardando o veredicto de Deus. Eles não aguardam pacificamente, no entanto; ao contrário, estão reunidos em pequenos grupos, conversando cheios de indignação. Um dos grupos é um ajuntamento de judeus, facção que conheceu pouca coisa além de perseguição religiosa, social e politica ao longo de sua história. Entre eles há vitimas dos campos de exterminio nazistas. Confabulando, o grupo exige saber que direito Deus tem de emitir a sentença deles, especialmente um Deus que habita eternamente na segurança do céu.
O outro grupo é formado por negros americanos. Eles também questionam a autoridade do Deus que nunca experimentou os infortúnios do homem, nunca conheceu a miséria e as profundezas de degradação humana a que eles foram sujeitos nos porões dos navios negreiros. Um terceiro grupo é composto de pessoas que nasceram de relacionamentos legítimos, tendo sido motivo de piada e de riso durante toda vida.
Centenas desses grupos estão espalhados pela planicie: os pobres, os afligidos, os maltratados. Cada grupo aponta um representante para colocar-se diante do trono de Deus e desafiar seu direito divino a emitir sentença a respeito de seus destinos imortais. Esses reúnem-se em conselho e decidem que esse DEUS remoto e distante que nunca experimentou agonia humana não é qualificado para assumir tribuna do julgamento a não ser que esteja disposto a adentrar o estado sofredor e humilhado do homem e suportar o que os homens suportam.
A redação da conclusão final deles: "DEVES NASCER JUDEU; AS CIRCUNSTÂNCIAS DO TEU NASCIMENTO DEVEM SER QUESTIONADAS; DEVES SER MAL ENTENDIDO POR TODOS, INSULTADO E ZOMBADO POR TEUS INIMIGOS, TRAIDO POR TEUS AMIGOS; DEVES SER PERSEGUIDO, ESPANCADO E FINALMENTE MORTO NUM LUGAR PÚBLICO DA FORMA MAIS HUMILHANTE".
Esta é a sentença passada a DEUS pela assembléia. O clamor ergue-se a uma altura febril enquanto aguardam resposta. ENTÃO UMA LUZ BRILHANTE E ESTONTEANTE ILUMINA A PLANICIE INTEIRA. UM POR UM, TODOS QUE EMITIRAM SUA SENTENÇA CONTRA DEUS QUEDAM-SE SILENCIOSOS. POIS GUARNECENDO O CÉU PARA TODO MUNDO VER ESTÁ A ASSINATURA DE JESUS CRISTO COM ESTA INSCRIÇÃO: "CUMPRI MINHA SENTENÇA".
O outro grupo é formado por negros americanos. Eles também questionam a autoridade do Deus que nunca experimentou os infortúnios do homem, nunca conheceu a miséria e as profundezas de degradação humana a que eles foram sujeitos nos porões dos navios negreiros. Um terceiro grupo é composto de pessoas que nasceram de relacionamentos legítimos, tendo sido motivo de piada e de riso durante toda vida.
Centenas desses grupos estão espalhados pela planicie: os pobres, os afligidos, os maltratados. Cada grupo aponta um representante para colocar-se diante do trono de Deus e desafiar seu direito divino a emitir sentença a respeito de seus destinos imortais. Esses reúnem-se em conselho e decidem que esse DEUS remoto e distante que nunca experimentou agonia humana não é qualificado para assumir tribuna do julgamento a não ser que esteja disposto a adentrar o estado sofredor e humilhado do homem e suportar o que os homens suportam.
A redação da conclusão final deles: "DEVES NASCER JUDEU; AS CIRCUNSTÂNCIAS DO TEU NASCIMENTO DEVEM SER QUESTIONADAS; DEVES SER MAL ENTENDIDO POR TODOS, INSULTADO E ZOMBADO POR TEUS INIMIGOS, TRAIDO POR TEUS AMIGOS; DEVES SER PERSEGUIDO, ESPANCADO E FINALMENTE MORTO NUM LUGAR PÚBLICO DA FORMA MAIS HUMILHANTE".
Esta é a sentença passada a DEUS pela assembléia. O clamor ergue-se a uma altura febril enquanto aguardam resposta. ENTÃO UMA LUZ BRILHANTE E ESTONTEANTE ILUMINA A PLANICIE INTEIRA. UM POR UM, TODOS QUE EMITIRAM SUA SENTENÇA CONTRA DEUS QUEDAM-SE SILENCIOSOS. POIS GUARNECENDO O CÉU PARA TODO MUNDO VER ESTÁ A ASSINATURA DE JESUS CRISTO COM ESTA INSCRIÇÃO: "CUMPRI MINHA SENTENÇA".
quinta-feira, 12 de junho de 2008
ALEGRIA E TRISTEZA (belo paradoxo)
A massa humana tem sido forçada a sentir-se alegre acerca de coisas pequenas, mas entristecer-se acerca de coisas grandes. Apesar disso(apresento o meu último dogma como uma provocação), não é natural para o homem ser assim. O homem se identifica mais consigo mesmo, é mais parecido com o homem quando a alegria é a coisa fundamental dentro dele e a dor é superficial. A melancolia deveria ser um inocente interlúdio, um estado de espirito delicado e fugaz; a pulsação permanente da alma deveria ser o louvor. O pessimismo é, na melhor das hipóteses um meio-feriado emocional; a alegria é a ruidosa labuta pela qual vivem todas as coisas.
No entanto, de acordo com a parente condição do homem na ótica do pagão ou do agnóstico, essa primeira necessidade da natureza humana nunca pode ser satisfeita.
A alegria deveria ser expansiva; mas, para o agnóstico, ela deve ser contraida, deve restringir-se a alguém bem sucedido neste mundo. A dor deveria ser uma concentração; mas, para o agnóstico, a desolação dela se espalha por uma eternidade inimaginável. Isso é o que chamo de nascer de cabeça para baixo. Pode-se na verdade dizer que o cético está de pernas para o ar, pois seus pés vão dançando virados para cima em vãos frenesis, enquanto o cérebro está no abismo.
Para o homem moderno, os céus estão realmente embaixo da terra. A expliucação é simples: ele está de ponta-cabeça, o que nconstitui um pedestal pouco resistente para apoiar-se.Mas quandoi ele houver novamente descoberto os próprios pés, saberá disso. O cristianismo satisfaz de repente e á perfeição o instinto ancestral do homem de estar virado para cima; e o satisfaz plenamente neste sentido: COM SEU CREDO A ALEGRIA SE TORNA ALGO GIGANTESCO E A TRISTEZA ALGO ESPECIAL E PEQUENO.
A abóboda acima de nós não é surda porque o universo é um idiota: SEU SILÊNCIO NÃO É O SILÊNCIO SEM PIEDADE DE UM MUNDO SEM FIM E SEM DESTINO. O silêncio que nos cerca é antes uma pequena e compassiva quietude como a súbita quietude no quarto de um enfermo. Talvez a tragédia nos seja permitida como uma espécie de comédia benigna:PORQUE A FRENÉTICA ENERGIA DAS COISAS DIVINAS NOS DERRUBARIA COMO UMA FARSA DE BÊBADOS. Podemos aceitar as próprias lágrimas mais facilmente do que poderiamos aceitar a tremenda leveza dos anjos. Assim ficamos sentados talvez num quarto estrelado e silencioso, ENQUANTO A RISADA DOS CÉUS É FORTE DEMAIS PARA OS NOSSOS OUVIDOS.
A alegria, que foi a pequena publicidade do pagão, é o gigantesco segredo do cristão.Torno a abrir o estranho livrinho do qual proveio no cristianismo; e novamente sinto-me assombrado por uma espécie de confirmação. A tremenda figura que enche os evangelhos ergue-se altaneira nesse respeito, como em todos os outros, acima de todos os pensadores que jamais se consideraram elevados.
A compaixão dele era natural, quase casual. Os estóicos, antigos e modernos, orgulhavam-se de ocultar as próprias lágrimaas. Ele nunca ocultou as suas; mostrou-as claramente no rosto aberto ante qualquer visão do dia-dia, como a visão distante de sua cidade natal. No entanto, alguma coisa ele ocultou. Solenes super-homems e diplomatas imperiais orgulham-se de conter a própria ira. Ele nunca a conteve. Arremessou móveis pela escadaria frontal do Templo e perguntou aos homens como eles esperavam escapar da danação do inferno. No entanto, alguma coisa ele ocultou. Digo-o com reverência; havia naquela chocante personalidade um fio que deve ser chamado de timidez. Havia algo que ele encobria constantemente por meio de um abrupto silêncio ou um súbito isolamento. Havia uma certa coisa que era demasiado GRANDE PARA DEUS NOS MOSTRAR QUANDO ELE PISOU SOBRE ESTA NOSSA TERRA. ÁS VEZES IMAGINO QUE ERA SUA ALEGRIA.............
No entanto, de acordo com a parente condição do homem na ótica do pagão ou do agnóstico, essa primeira necessidade da natureza humana nunca pode ser satisfeita.
A alegria deveria ser expansiva; mas, para o agnóstico, ela deve ser contraida, deve restringir-se a alguém bem sucedido neste mundo. A dor deveria ser uma concentração; mas, para o agnóstico, a desolação dela se espalha por uma eternidade inimaginável. Isso é o que chamo de nascer de cabeça para baixo. Pode-se na verdade dizer que o cético está de pernas para o ar, pois seus pés vão dançando virados para cima em vãos frenesis, enquanto o cérebro está no abismo.
Para o homem moderno, os céus estão realmente embaixo da terra. A expliucação é simples: ele está de ponta-cabeça, o que nconstitui um pedestal pouco resistente para apoiar-se.Mas quandoi ele houver novamente descoberto os próprios pés, saberá disso. O cristianismo satisfaz de repente e á perfeição o instinto ancestral do homem de estar virado para cima; e o satisfaz plenamente neste sentido: COM SEU CREDO A ALEGRIA SE TORNA ALGO GIGANTESCO E A TRISTEZA ALGO ESPECIAL E PEQUENO.
A abóboda acima de nós não é surda porque o universo é um idiota: SEU SILÊNCIO NÃO É O SILÊNCIO SEM PIEDADE DE UM MUNDO SEM FIM E SEM DESTINO. O silêncio que nos cerca é antes uma pequena e compassiva quietude como a súbita quietude no quarto de um enfermo. Talvez a tragédia nos seja permitida como uma espécie de comédia benigna:PORQUE A FRENÉTICA ENERGIA DAS COISAS DIVINAS NOS DERRUBARIA COMO UMA FARSA DE BÊBADOS. Podemos aceitar as próprias lágrimas mais facilmente do que poderiamos aceitar a tremenda leveza dos anjos. Assim ficamos sentados talvez num quarto estrelado e silencioso, ENQUANTO A RISADA DOS CÉUS É FORTE DEMAIS PARA OS NOSSOS OUVIDOS.
A alegria, que foi a pequena publicidade do pagão, é o gigantesco segredo do cristão.Torno a abrir o estranho livrinho do qual proveio no cristianismo; e novamente sinto-me assombrado por uma espécie de confirmação. A tremenda figura que enche os evangelhos ergue-se altaneira nesse respeito, como em todos os outros, acima de todos os pensadores que jamais se consideraram elevados.
A compaixão dele era natural, quase casual. Os estóicos, antigos e modernos, orgulhavam-se de ocultar as próprias lágrimaas. Ele nunca ocultou as suas; mostrou-as claramente no rosto aberto ante qualquer visão do dia-dia, como a visão distante de sua cidade natal. No entanto, alguma coisa ele ocultou. Solenes super-homems e diplomatas imperiais orgulham-se de conter a própria ira. Ele nunca a conteve. Arremessou móveis pela escadaria frontal do Templo e perguntou aos homens como eles esperavam escapar da danação do inferno. No entanto, alguma coisa ele ocultou. Digo-o com reverência; havia naquela chocante personalidade um fio que deve ser chamado de timidez. Havia algo que ele encobria constantemente por meio de um abrupto silêncio ou um súbito isolamento. Havia uma certa coisa que era demasiado GRANDE PARA DEUS NOS MOSTRAR QUANDO ELE PISOU SOBRE ESTA NOSSA TERRA. ÁS VEZES IMAGINO QUE ERA SUA ALEGRIA.............
DEUS, AQUI E AGORA.
Certa manhã, enquanto toma café em uma lanchonete vi um estudante com cabelo ralinho, usando roupas informais, .sentou-se diante de uma pilha de panquecas.Tratava-se de um sujeito metódicao. Depois de orar por quase um minuto, tirou da pasta um apoio para ´Bíblia, clipes para manter o livro aberto, canetas hidrográficas verde, rosa e amarela, depois uma bisnaga de margarina liquida, uma garrafa de calda para panqueca embrulhada em plástico, um guardanapo de linho e uma daquelas toalhinas de papel com aroma de limão.Aquela cena lembrava os antigos números de circo em que doze homens saiam de um minusculo carrinho.
Nesse pequeno relato você tem um vislumbre do "eu" verdadeiro---autêntico, sincero, imerso na vida, absorvido pelo momento presente, respirando Deus de maneira tão natural quanto um peixe dentro d'água. A espiritualidade não é um compartimento ou uma esfera da vida.Antes, é um modo de viver--- o processo da vida a partir da perspectiva da fé.A santidade está em descobrir, perseguir e viver o "eu" verdadeiro.
Neste momento, você passa a compreender que o estágio mais elevado de desenvolvimento espiritual consiste em ser "comum", em se tornar um homem pleno, e de tal maneira que poucos seres humanos conseguem ser, tão simples e naturalmente, eles mesmos...do mesmo jeito que as demais pessoas deveriam ser, se a sociedade não as tivesse pervertido COM A GANÃNCIA, A AMBIÇÃO, A COBIÇA OU O DESEJO DESESPERADO POR POSSUIR TUDO.
Nesse pequeno relato você tem um vislumbre do "eu" verdadeiro---autêntico, sincero, imerso na vida, absorvido pelo momento presente, respirando Deus de maneira tão natural quanto um peixe dentro d'água. A espiritualidade não é um compartimento ou uma esfera da vida.Antes, é um modo de viver--- o processo da vida a partir da perspectiva da fé.A santidade está em descobrir, perseguir e viver o "eu" verdadeiro.
Neste momento, você passa a compreender que o estágio mais elevado de desenvolvimento espiritual consiste em ser "comum", em se tornar um homem pleno, e de tal maneira que poucos seres humanos conseguem ser, tão simples e naturalmente, eles mesmos...do mesmo jeito que as demais pessoas deveriam ser, se a sociedade não as tivesse pervertido COM A GANÃNCIA, A AMBIÇÃO, A COBIÇA OU O DESEJO DESESPERADO POR POSSUIR TUDO.
O IMPOSTOR QUE VIVE EM MIM
Quando confrontamos o egoismo e a estupidez, conhecemos o impostor e, assim, podemos aceitar nossa pobreza e debilidade; aí percebemos que, se não fôssemos assim, seriamos o próprio Deus. A arte da autocondescendencia nos leva a ser condescendentes com os outros---e é pré-requisito natural para entrar na presença de Deus em oração.
Odiar o impostor é, na verdade, odiar-se. O impostor e o "eu" constituem uma pessoa. Menosprezar o impostor abre espaço para hostilidade, que se manifesta numa irritabilidade generalizada--- irritação com aquilo que odiamos em nós mesmos e vemos nos outros. Odiar-se sempre gera algum tipo de comportamento autodestrutivo.
Aceitar a realidade de nosso pecado significa aceitar o "eu" autêntico. Judas não conseguiu encarar a própria sombra; Pedro conseguiu. Pedro reconheceu o impostor dentro de si; Judas enfureceu-se contra o impostor. " O suicidio não acontece num impulso repentino.È um ato ensaiado durante anos de um padrão de comportamento punitivo inconsciente.
Há anos Carl Jung escreveu:
A auto-aceitação é a essência do problema moral como um todo e o epitome de uma perspectiva integral para vida. Que dou comida aos pobres, que perdôo um insulto, que amo meu inimigo em nome de Cristo---todas essas, sem dúvida, são grandes virtudes. O que faço para o menor dos meus irmãos, o faço para Cristo. Mas, e se descubro que o menor entre todos eles, o mais pobre de todos os mendigos, o mais pervertido de todos os infratores, o próprio inimigo em pessoa ---TODOS ESTÃO DENTRO DE MIM, E QUE EU MESMO PRECISO DAS ESMOLAS DE MINHA BENEVOLÊNCIA;QUE EU MESMO SOU O INIMIGO QUE PRECISA SER AMADO? E aí? Via de regra, nesse caso, REVERTEMOS A ATITUDE CRISTÃ. Deixa de ser uma questão de amor ou longanimidade. Dizemos ao irmão dentro de nós:"POXA". Condenamos e nos enfurecemos contra nós mesmos. Escondemos isso do mundo; nos recusamos até mesmo a admitir que encontramos esse menor entre os MENORES DENTRO DE NÓS.
Odiar o impostor é, na verdade, odiar-se. O impostor e o "eu" constituem uma pessoa. Menosprezar o impostor abre espaço para hostilidade, que se manifesta numa irritabilidade generalizada--- irritação com aquilo que odiamos em nós mesmos e vemos nos outros. Odiar-se sempre gera algum tipo de comportamento autodestrutivo.
Aceitar a realidade de nosso pecado significa aceitar o "eu" autêntico. Judas não conseguiu encarar a própria sombra; Pedro conseguiu. Pedro reconheceu o impostor dentro de si; Judas enfureceu-se contra o impostor. " O suicidio não acontece num impulso repentino.È um ato ensaiado durante anos de um padrão de comportamento punitivo inconsciente.
Há anos Carl Jung escreveu:
A auto-aceitação é a essência do problema moral como um todo e o epitome de uma perspectiva integral para vida. Que dou comida aos pobres, que perdôo um insulto, que amo meu inimigo em nome de Cristo---todas essas, sem dúvida, são grandes virtudes. O que faço para o menor dos meus irmãos, o faço para Cristo. Mas, e se descubro que o menor entre todos eles, o mais pobre de todos os mendigos, o mais pervertido de todos os infratores, o próprio inimigo em pessoa ---TODOS ESTÃO DENTRO DE MIM, E QUE EU MESMO PRECISO DAS ESMOLAS DE MINHA BENEVOLÊNCIA;QUE EU MESMO SOU O INIMIGO QUE PRECISA SER AMADO? E aí? Via de regra, nesse caso, REVERTEMOS A ATITUDE CRISTÃ. Deixa de ser uma questão de amor ou longanimidade. Dizemos ao irmão dentro de nós:"POXA". Condenamos e nos enfurecemos contra nós mesmos. Escondemos isso do mundo; nos recusamos até mesmo a admitir que encontramos esse menor entre os MENORES DENTRO DE NÓS.
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