O carpinteiro nãp somente refinou as éticas platônicas ou aristotélicas, reordenou a espiritualidade do Antigo Testmento ou renovou a velha criação. Ele trouxe uma revolução. Precisamos renunciar a tudo que possuimos, não apenas a maior parte. Precisamos abandonar nosso velho modo de vida ,e não corrigir apenas algumas de suas poucas aberrações. Devemos ser uma criação completamente nova, não simplesmente uma versão renovada. Seremos transformados de uma glória a outra, até mesmo na própria imagem do Senhor - transparente. A mente será renovada por uma revolução espiritual.
O pecado capital,naturalmnte, é continuar a agir como se nunca houvesse acontecido. Quando temos fome de Deus, nos movemos e agimos,ficamos alertas e reativos. Quando não a temos, somos diletantes jogando jogos espirituais. "Deus não tem importância nenhuma, a não ser que ele tenha absoluta importância".
O intenso desejo de aprender a pensar como Jesus já é um sinal da presença de Deus.
O resto é operação e atividade do Esirito Santo. Suponho que a maioria de nós esteja na mesma posição dos gregos que se aproximaram de Felipe e disseram: " Queremos ver Jesus"(jo 12.21) A única questão é : "Com que intensidade?".
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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Um comentário:
Tudo o que sei, é que mesmo adiando esta resposta, ela nunca se afasta de perto de nós. O que não é de todo ruin, afinal viver sem ser confrontado, é viver longe do espelho? È viver na indiferença e longe da convergência da graça, o que seria " bad".
Precisamos comer pelas beiradas, começar a aprofundar a oração, e a ler mais a palavra, e a refazer nosso percurso diário, nosso orçamento, nossas escolhas...vamos ser práticos..como sempre diz.meu amado "guru" Rev.Jeremias.
O que temos de melhor que aristóteles e Platão é que pensamos menos, mas fazemos....e não ficamos apenas sentados na praça.
Abraço, amigo e irmão
Anderson Mariano
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