INDICO OS SEGUINTE LIVROS:
PORQUE NÃO QUERO IR MAIS Á IGREJA. E FERIDOS EN NONE DE JESUS
ABAIXO A HIPOCRI5IA
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
NÓS NÃO DEVERIAMOS ESTABELECER UM COMPROMISSO COM DETERMINADA INSTITUIÇÃO?
"A idéia de compromisso com determinada instituição é repetida com com tamanha frequência que maioria de nós chega a acreditar que ele se encontra em algum trecho da Biblia. Mas eu nunca a encontrei. Muitos de nós fomos levados a crer que se não tivéssemos a " cobertura do grupo" cairiamos em erro ou em pecado. Mas será que isso não acontece também no interior de nossa igreja particular?
Sei de muita gente que , apesar de não pertencer a qualquer instituição, não só desenvolve um relacionamento em grande profundidade com Deus como estabelece com outros crentes ligações mais intensas do que as que manteria dentro da instituição, Eu não perdi nem um pouco da minha paixão por Jesus ou do meu apreço por sua Igreja. Peleo contrário, ambos aumentaram muito, e com grande rapidez, nos últimos anos.
As Escrituras nos encorajam , isso sim, a sermos devotados uns aos outros, independentemente de qualquer instituição. Jesus deu a entender que sempre que duas ou treis pessoas se reunirem em Seu nome Ele estará entre elas.
Claro que pode ser útil participar regularmente de determinada instituição. Mas nos enganamos totalmente quando acreditamos que a comunhão se dá por frequentarmos o mesmo evento juntos regularmente ou por pertencermos á mesma organização. A comunhão se dá quando as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus e consiste numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuina com o bem dos outros e o estimulo mútuo para seguir Jesus, não importando o caminho pelo qual Ele nos conduza.
Sei de muita gente que , apesar de não pertencer a qualquer instituição, não só desenvolve um relacionamento em grande profundidade com Deus como estabelece com outros crentes ligações mais intensas do que as que manteria dentro da instituição, Eu não perdi nem um pouco da minha paixão por Jesus ou do meu apreço por sua Igreja. Peleo contrário, ambos aumentaram muito, e com grande rapidez, nos últimos anos.
As Escrituras nos encorajam , isso sim, a sermos devotados uns aos outros, independentemente de qualquer instituição. Jesus deu a entender que sempre que duas ou treis pessoas se reunirem em Seu nome Ele estará entre elas.
Claro que pode ser útil participar regularmente de determinada instituição. Mas nos enganamos totalmente quando acreditamos que a comunhão se dá por frequentarmos o mesmo evento juntos regularmente ou por pertencermos á mesma organização. A comunhão se dá quando as pessoas partilham suas jornadas rumo ao conhecimento de Jesus e consiste numa partilha livre e honesta, numa preocupação genuina com o bem dos outros e o estimulo mútuo para seguir Jesus, não importando o caminho pelo qual Ele nos conduza.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
MAS SERÁ QUE NOSSAS CRIANÇAS NÃO PRECISAM DE ATIVIDADES NA IGREJA?
"EU DIRIA QUE O QUE ELAS PRECISAM REALMENTE É SER INTEGRADA A VIDA DE DEUS POE MEIO DA COMUNHÃO COM OS DEMAIS FIEIS. NOVENTA E DOIS POR CENTO DAS CRIANÇAS QUE FREQUENTAM REGULARMENTE AS ESCOLAS DOMINICAIS DOTADAS DE TODO TIPO DE ENTRETEENIMENTO SOFISTICADO ABANDONAM A "IGREJA" QUANDO DEIXAM A CASA DOS PAIS. EM VEZ DE ENCHER NOSSO FILHOS DE REGRAS NORAIS E REGULAMENTOS, PRECISAMOS MOSTRAR-LHES COMO VIVER JUNTOS NA VIDA DE DEUS.
OS PRÓPRIOS SOCIÓLOGOS NOS DIZEM QUE O PRINCIPAL FATOR QUE LEVA UMA CRIANÇA A FLORESCER EM SOCIEDADE É POSSUIR AMIZADES PESSOAIS PROFUNDAS COM OUTROS ADULTOS ALEM DE SEUS PARENTES PRÓXIMOS. NENHUMA ESCOLA DOMINICAL É CAPAZ DE CUMPRIR ESSA FUNÇÃO. CONHEÇO UMA COMUNIDADE NA AUSTRÁLIA CUJAS FAMILIAS, APÓS VINTE ANOS COMPARTILHANDO A VIDA DE DEUS, PODEM DIZER QUEM NEM UMA UNICA DE SUAS CRIANÇAS ABANDONOU A FÉ NA IDADE ADULTA. SEI QUE ESTOU REMANDO CONTRA A MARÉ, MAS É MUITO MAIS IMPORTANTE QUE NOSSOS FILHOS EXPERIMENTEM A VERDADEIRA COMUNHÃO ENTRE FIÉIS DO QUE A BADALAÇÃO DE UM PROGRAMA PARA CRIANÇAS BEM COMPORTADAS"
DE WAYNE JACOBSEN E DAVE COLEMAN
OS PRÓPRIOS SOCIÓLOGOS NOS DIZEM QUE O PRINCIPAL FATOR QUE LEVA UMA CRIANÇA A FLORESCER EM SOCIEDADE É POSSUIR AMIZADES PESSOAIS PROFUNDAS COM OUTROS ADULTOS ALEM DE SEUS PARENTES PRÓXIMOS. NENHUMA ESCOLA DOMINICAL É CAPAZ DE CUMPRIR ESSA FUNÇÃO. CONHEÇO UMA COMUNIDADE NA AUSTRÁLIA CUJAS FAMILIAS, APÓS VINTE ANOS COMPARTILHANDO A VIDA DE DEUS, PODEM DIZER QUEM NEM UMA UNICA DE SUAS CRIANÇAS ABANDONOU A FÉ NA IDADE ADULTA. SEI QUE ESTOU REMANDO CONTRA A MARÉ, MAS É MUITO MAIS IMPORTANTE QUE NOSSOS FILHOS EXPERIMENTEM A VERDADEIRA COMUNHÃO ENTRE FIÉIS DO QUE A BADALAÇÃO DE UM PROGRAMA PARA CRIANÇAS BEM COMPORTADAS"
DE WAYNE JACOBSEN E DAVE COLEMAN
domingo, 2 de agosto de 2009
omissão é escolha pelo diabo
"O QUE ME PREOCUPA NÃO É O GRITO DOS MAUS. É O SILENCIO DOS BONS. " MARTIN LUTHER KING
sábado, 1 de agosto de 2009
REDUNDANCIA CRISTÃ
Outro dia estava comentando com um evangélico que eu havia deixado minha igreja por não concordar com certas metodologias ali praticadas. Ele retrucou que eu dverinão olhar para o homem e continuar na igreja fazendo vista grossa pois Deus mudaria a situação. Então eu lhe perguntei se ele era evangélico por que gostava da reforma e do protesto de Luthero, e ele me respondeu que sim. Então eu pedi que ele fosse ao túmulo de Luthero e lá colocasse o seguinte aviso: LUTHERO, VOCE NÃO DEVERIA LARGAR A IGREJA CATÓLICA. NAO OLHE PARA O HOMEM. CONTINUASSE LÁ.
Ridiculo, não?
Ridiculo, não?
quarta-feira, 22 de julho de 2009
A Assinatura de Jesus
Conheço um homem que por 25 anos tem se recusado a permitir uma cruz ou um crucifixo em sua casa. Longe de ser superficial, ele é uma pessoa de integridade. Não grita em coro com a multidão nem dispensa o cristianismo como antiguidade mofada de um passado medieval. Por que então a recusa? Em suas próprias palavras: " Não aguento a cruz. Ela é uma negação de tudo que valorizo na vida. Sou um homem orgulhoso e sensual. Busco o prazer. A Cruz me repreende. Ela diz: 'você está errado.Sua vida deve assumir esta forma. Esta é a única interpretação da vida, e a vida só é verdadeira quando assume esta forma." E por essa razão ele não permite o simbolo do Cristo crucificado dentro de sua casa. Em sua honestidade ele sabe que para permiti-lo deve comprometer-se a um modo de vida que contradiz a vida que ele está vivendo.
Para o apostolo Paulo, hostilidade á Cruz é a caracteristica primordial do mundo. Aos gálatas, Paulo escreve que o que distingue o cristão de forma mais profunda é o fato que através da Cruz de Jesus o mundo está crucificado para ele e ele para o mundo. Aos corintios Paulo diz que manifestamos a vida de Jesus apenas quando levamos sobre nós a sua morte. O que Paulo diz a eles aplica-se a todo cristão. O Mestre disse que aquele que " não tomar a sua CRuz e me seguir não é digno de mim" (MT 10.38). Quando chama um homem, Jesus o convida: " Venha e morra". Quando nossas crenças dogmáticas e principios morais não se materializam em discipulado, nossa santidade é uma ilusão. E o mundo não tem tempo para ilusões. Hoje em dia a comunidade cristã não incomoda o mundo. E por que deveria? A Cruz é lugar comum no brinco da cantora de rock Madona tanto quanto é numa pedra tumular. A piedade cristão trrivializou o apaixonado Deus do Gólgota. A religião organizada domesticou o crucificado Senhor da glória, transformando-o em comportado simbolo. Vista como reliquia da igreja, a Cruz não incomoda nossa confortável e hipócrita religiosidade.
Para o apostolo Paulo, hostilidade á Cruz é a caracteristica primordial do mundo. Aos gálatas, Paulo escreve que o que distingue o cristão de forma mais profunda é o fato que através da Cruz de Jesus o mundo está crucificado para ele e ele para o mundo. Aos corintios Paulo diz que manifestamos a vida de Jesus apenas quando levamos sobre nós a sua morte. O que Paulo diz a eles aplica-se a todo cristão. O Mestre disse que aquele que " não tomar a sua CRuz e me seguir não é digno de mim" (MT 10.38). Quando chama um homem, Jesus o convida: " Venha e morra". Quando nossas crenças dogmáticas e principios morais não se materializam em discipulado, nossa santidade é uma ilusão. E o mundo não tem tempo para ilusões. Hoje em dia a comunidade cristã não incomoda o mundo. E por que deveria? A Cruz é lugar comum no brinco da cantora de rock Madona tanto quanto é numa pedra tumular. A piedade cristão trrivializou o apaixonado Deus do Gólgota. A religião organizada domesticou o crucificado Senhor da glória, transformando-o em comportado simbolo. Vista como reliquia da igreja, a Cruz não incomoda nossa confortável e hipócrita religiosidade.
sábado, 4 de julho de 2009
VOCÊ JÁ ESTÁ NO CÉU
Afinal, coo diz Jorge Luiz Borges, Deus não é teólogo. Nem um metafisico. Já se disse que ele é um artista, um construtor, um poeta.Mas essa linguagem é dificil,pelo menos no cenário da crise da conciência mitológica que percorremos. A linguagem teológica,ainda abrindo caminho na questão de o que o mundo "significa" numa época que pressupõe "uma mudança radical em todas as formas que existiam no antigo plano", terá que encarar seu dilema. Terá de chegar a um acordo com a Imaginação Primária e com a transferencia de seus termos de cntextos de transcendencia dualista para os de imanencia radical, e da sistemática da "teo-lógica" para os centros abertos da "teo-poética". Enquanto isso, corre o risco de que seus mitos escorreguem, se é que isso já não aconteceu, para uma pseudomitologia..Por isso, as religiões ocidentais têm nesse momento um apelo tão relevante. "Aquele que acredita em alguma coisa, não acredita". "Conhecer é viver". "Ele e a fonte são um ". Estas e outras máximas estão mais próximas da consciência arquetipica do que das doutrinas intelectualisticas da consciência religiosa ocidental.Somente a tradição mistica ocidental stá ainda mais próxima. "Estavas comigo, ma eu não estava contigo"(Santo Agostinho)". "Deus está mais perto de mim do que eu".(Meister Eckardt).
Mas a arte das escrituras é a arte da parábola, que de fato está muito mais próxima da consciência arquetipica. O tema da busca, tão evidente em muito da literatura contemporânea, é tão biblico quanto moderno. E a doutrina da Palavra, se entendida em seu modo paradoxal de revelar e ao mesmo tempo ocultar, é precisamente a metáfora do significado que o poeta deseja mais ardentemente. Nada é mais desejável e mais perigoso para o poeta do que sua relação com a palavra.
Mas estamos na posição daquele poeta que -- no poema de Stefan George é chamado "DAS WORT" -- levava seus sonhos á velha Norn, que ficva sentada á beira de um poço. Desse poço, Norn tirava nomespara os sonhos do poeta. Com esss nomes, o poeta compunha seus poemas fáceis. Um dia, o poeta trouxe uma jóia. A deusa do destino passou longo tempo procurando o nome para a jóia. Por fim, ela disse ao poeta: "Para esta não há nada (nem coisa, nem nome) lá no fundo". O poeta retornou da viagem muito triste, e disse :"Aprendi. Nada está onde a Palavra se quebrou."
Assim como o poeta, manipulamosas palavras, controlamos o signifcado, inventamos padrões. Mas,quando pedimos essência do discurso(a jóia), o poço não responde: não há nome para isso, não pode ser convertido em coisa, não está sujeito a manipulação. A Palavra é dada, está á nossa disposição. Minhas palavras hoje são simbolos quebrados. Sabemos, á nosso modo, que nada está onde a Palavra se quebrou. Precisamos aprender de novo, desta vez das profundezas, a ouvir a Palavra que ressoa através de nossa palavras.
Ou como o jovem oriental que, estando no mercado, foi perguntar ao monge o caminho para a cidade. Todos em volta riram, pois ele já estava lá. Assim também nós precisamos apenas deixar o SER ser (deixar DEUS tomar conta de nós). E então tudo se transforma: o que foi projetado nas imagens mitológicas dualistas retorna á psique profunda e nos sustenta como uma Presença lá.
Mas a arte das escrituras é a arte da parábola, que de fato está muito mais próxima da consciência arquetipica. O tema da busca, tão evidente em muito da literatura contemporânea, é tão biblico quanto moderno. E a doutrina da Palavra, se entendida em seu modo paradoxal de revelar e ao mesmo tempo ocultar, é precisamente a metáfora do significado que o poeta deseja mais ardentemente. Nada é mais desejável e mais perigoso para o poeta do que sua relação com a palavra.
Mas estamos na posição daquele poeta que -- no poema de Stefan George é chamado "DAS WORT" -- levava seus sonhos á velha Norn, que ficva sentada á beira de um poço. Desse poço, Norn tirava nomespara os sonhos do poeta. Com esss nomes, o poeta compunha seus poemas fáceis. Um dia, o poeta trouxe uma jóia. A deusa do destino passou longo tempo procurando o nome para a jóia. Por fim, ela disse ao poeta: "Para esta não há nada (nem coisa, nem nome) lá no fundo". O poeta retornou da viagem muito triste, e disse :"Aprendi. Nada está onde a Palavra se quebrou."
Assim como o poeta, manipulamosas palavras, controlamos o signifcado, inventamos padrões. Mas,quando pedimos essência do discurso(a jóia), o poço não responde: não há nome para isso, não pode ser convertido em coisa, não está sujeito a manipulação. A Palavra é dada, está á nossa disposição. Minhas palavras hoje são simbolos quebrados. Sabemos, á nosso modo, que nada está onde a Palavra se quebrou. Precisamos aprender de novo, desta vez das profundezas, a ouvir a Palavra que ressoa através de nossa palavras.
Ou como o jovem oriental que, estando no mercado, foi perguntar ao monge o caminho para a cidade. Todos em volta riram, pois ele já estava lá. Assim também nós precisamos apenas deixar o SER ser (deixar DEUS tomar conta de nós). E então tudo se transforma: o que foi projetado nas imagens mitológicas dualistas retorna á psique profunda e nos sustenta como uma Presença lá.
Assinar:
Postagens (Atom)
