A DOUTRINA CRISTÃ NOS ENSINA QUE APESAR DA QUEDA TODO SER HUMANO-HOMEM OU MULHER- FOI CRIADO A IMAGEM DE DEUS.PORQUE AS PESSOAS SÃO IMPORTANTES. PORQUE TODO HOMEM, MULHER E CRIANÇA TEM UM VALOR INTRINSECO E INALIENÁVEL COMO SER HUMANO.SE CONSEGUIRMOS ENXERGAR ISSO, O QUE ACONTECERÁ É QUE NOS DISPOREMOS A LIBERTAR AS PESSOAS DE TUDO QUE SEJA DESUMANIZANTE,CONSIDERANDO UM PRIVILÉGIO SERVIR AO PRÓXIMO E FAZER O QUE ESTIVER AO NOSSO ALCANCE PARA TORNAR MAIS HUMANA A VIDA HUMANA.
O FILME O HOMEM ELEFANTE TORNOU AMPLAMENTE CONHECIDA A EXTRAORDINÁRIA HISTÓRIA QUE TODO INGLÊS CONHECIA NO FINAL DO SECULO PASSADO.´FOI EM 1884 QUE FREDERIK TREVES, UM JOVEM CIRURGIÃO E DOCENTE DE ANATOMIA DO HOSPITAL DE LONDRES, ENCONTROU O "HOMEM-ELEFANTE" NUM PEQUENO ESTÚDIO ALUGADO DEFRONTE O HOSPITAL.DIZ TREVES QUE A PRIMEIRA VEZ QUE VIU A SUA FORMA RECURVADA PENSOU NELE COMO "A PRÓPRIA SOLIDÃO MATERIALIZADA".MAIS TARDE DESCREVEU-O COMO SENDO O "MAIS REPUGNANTE ESPÉCIME HUMANO" QUE JÁ HAVIA VISTO. ELE TINHA "UMA ENORME CABEÇA DSIFORME" COM UMA MONSTRUOSA MASSA ÓSSEA QUE SE PROJETAVA DA TESTA E UMA OUTRA DESTACANDOSE DA MANDIBULA SUPERIOR, E QUE LHE DAVA UMA APARÊNCIA ELEFANTINA. UMA PELANCA ESPONJOSA E COM UM CHEIRO HORRIVEL, PARECENDO UM FUNGO OU UMA COUVE-FLOR MARROM, PENDIA-LHE DO BRAÇO, DO PEITO E DA NUCA.AS PERNAS ERAM DISFORMES, OS PÉS PARECIAM BULBOS EA BACIA APRESENTAVA UM DESLOCAMENTO. SEU ROSTO NÃO TINHA EXPRESSÃO ALGUMA, E A FALA NÃO PASSAVA DE UMRESMUNGAR INCOERENTE; QUASE ININTELIGÍVEL. O BRAÇO E A MÃO DIREITA NO ENTANTO ERAM TÃO DELICADOS QUE PARECIAM DE UMA MOÇA.
COMO SE SEU SOFRIMENTO NÕ BASTASSE ERA TRATADO COMO UM ANIMAL, EXIBIDO DEFEIRA EM FEIRA PARA OS CURIOSOS A TROCO DE DINHEIRO. TREVES ESCREVEU: "EVITAVAM-NO COMO A UM LEPROSO, ENJAULAVAN-NO COMO A UM ANIMAL SELVAGEM.A UNICA QUE VISÃO QUEELE TINHA DO MUNDO ERA ATRAVÉS DE UM BURAQUINHO NUM VAGÃO DE CIRCO.QUANDO FOI ABANDONADO PELO APRESENTADOR DO CIRCO,TREVES O ACOMODOU E CUIDOU DELE EM UM QUARTO NOS FUNDOS DO HOSPITAL DE LONDDRES ONDE, PASSADOS TREIS ANOS E MEIO ELE MORREU DORMINDO, POUCOS DIAS APÓS TER TOMADO A COMUNHÃO DO DOMINGO DA PÁSCOA.
NO NICIO TREVES PENSAVA QUE ELE FOSSE UM IMBECIL, PROVAVELMENTE DE NASCENÇA. NO HOPITAL, PORÉM, DESCOBRIU QUE ERA UM SER HUMANO; CHAMAVA-SE JOSEPH MERRIK; TINHA VINTE E POUCOS ANOS, ERA INTELIGENTISSIMO, UM EITOR VORAZ,GOSTAVA UITO DE CONVERSAR E TINHA UMA AGUDA SENSIBIDADE E UMA IMAGINAÇÃO ROMANTCA. ERATAMBÉM UMA CRIATURA GENTIL, ATENCIOSA E AMAVEL.
QUANDO AO RECEBER PELA PRIMEIRAVEZ A VISITA DE UMA MULHER, ESTA LHE DIRIGIU UM SORRISO E O CUMPRIMENTOU COM UM APERTO DE MÃO, JOSEPH MERRIK IRROMPEU EM SOLUÇOS INCONTROLÁVEIS.A PARTIR DESSE DIA, PORÉM, COMEÇOU A SE TRANSFORMAR.TORNOU-SE UMA CELEBRIDADE E MUITASPESSOAS IMPORTANTES VINHAM VISITÁ-LO. COMEÇOU A MUDAR AOS POUCOS, TRANSFORMNDO-SE "D UMA COISA CAÇADA EM UM HOMEM".NA VERDADE PORÉM, ELE SEMPRE FORA UM HOMEM.
domingo, 7 de junho de 2009
DEAFIOS DO MUNDO MODERNO
CERTOS CRISTÃOS, PREOCUPADOS ACIMA DE TUDO COM SEREM INEQUIVOCAMNTE FIÉIS A REVELAÇÃO DE DEUS, IGNORAM OS DEASFIOS DO MUNDO MODERNO E VIVEM NO PASSADO.OUTROS, ANSIOSOS POR RESPONDER AO MUNDO QUE OS CERCA, ENFEITAM E TORCEM A REVELAÇÃO DE DEUS, EM BUSCA DE RELEVÂNCIA. TENHO TENTADO EVITAR AMBAS AS ARMADILHAS, POIS O CRISTÃO NÃO É LIVRE PARA SUBMETER-SE, NEM Á ANTIGUIDADE NEM Á MODERNIDADE.AO INVÉS DISSO, TENHO BUSCADO COM TODA INTEGRIDADE SUBMETER-ME Á REVELAÇÃO DE ONTEM DENTRODA REALIDADE DE HOJE. NÃO É NADA FACIL COMBINAR LEALDADE AO PASSADO COM SENSIBILIDADE AO PRESENTE. É ESTE, NO ENTANTO, O NOSSO CHAMADO CRISTÃO: VIVER NO MUNDO SOB A PALAVRA.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
ATENÇÃO
LUTHERO PROTESTOU CONTRA A VENDA DE INDULGÊNCIAS DA IGREJA CATÓLICA E OUTRAS COSITAS MIAS DAQUELA IGREJA.NÃO SOMOS CRENTES, SOMOS PROTESTANTES.HOJE OBSERVO QUE CRESCE O NUMERO DE EVNAGÉLICOS NAS IGREJAS AO MESMO TEMPO E NAMESMA PROPORÇÃO EM QUE CRESCE A CRIMINALIDADE E A DEPRESSÃO. ONDE ESTÁ O ERRO? NA FORMA COMO ESTÃO PREGANDO NASIGREJAS.TEOLOGIA DAPROSPERIDADE, MUITA GRITARIA, MUITA FALAÇÃO EM LINGUAS, MUITO HISTERISMO, MUITO CLICHÊ, MUITA PEDIÇÃODE DINHEIRO, POSTURA GRAVE DE FARISEU SANTARRÃO, MUITA APARENCIA E POUCO CONETÚDO. ONDE ESTÁ A IMPREVISIBILADE INERENTE A CRISTO, ONDE ESTÁ O NÃO SER ENFADONHO COMOO CRISTO NÃO FOI.ONDE ESTÁ O IMITAR A LOUCURA DE NOSSO CRISTO AMADO.ACORDEM PASTORES,PRESBITEROS ETCT. ESTÃO PERDENDO O BONDE DA HISTÓRIA. UM POUQUINHO DE LUTHERO NAÕ FAZ MAL A NINGUÉM. PAULO E AGOSTINHO APLAUDIRIAM. REFLITAM,SE É QUE O FAZEM.
ATENÇÃO: DEUS NOS FEZ CORPO E ALMA
NÃO FICAREMOS APENAS NA CONVERSA, PLANEJANDO E ORANDO; COMO AQUELE RELIGIOSO A QUEM MULHER DESABRIGADA PROCUROU EM BUSCA DE AUXILIO. ELE--MUITO SINCERO, SEM DÚVIDA; MAS TAMBÉM MUITO OCUPADO E NÃO SABENDO COMO AJUDÁ-LA-PROMETEU ORAR POR ELA. P
OSTERIORMENTE A MULHER LHE ESCREVEU O SEGUINTE POEMA:
EU TIVE FOME
E TU FORMASTE UM GRUPO HUMANITÁRIO
PARA DISCUTIR MINHA FOME
ESTIVE PRESO
E TE RETIRASTE DISCRETAMENTE PARA TUA SALA
E ORASTE PELA MINHA LIBERTAÇÃO
ESTAVA NUA
E, NA TUA MENTE QUESTIONASTE
A MORALIDADE DA MINHA APARÊNCIA
ESTIVE ENFERMA
E TU AJOELHASTE E AGRADECEU A DEUS PELA TUA SAUDE
ESTAVA DESABRIGADA
E TU ME FALASTE DO ABRIGO ESPIRITUAL DO AMOR DE DEUS
ESTAVA SOLITÁRIA
E TU ME DEIXASTE SOZINHA A FIM DE ORAR POR MIM
PARECIAS TÃO SANTO, TÃO PRÓXIMO DE DEUS!
MAS EU AINDA ESTOU COM FOME...ESOZINHA...E COM FRIO
OSTERIORMENTE A MULHER LHE ESCREVEU O SEGUINTE POEMA:
EU TIVE FOME
E TU FORMASTE UM GRUPO HUMANITÁRIO
PARA DISCUTIR MINHA FOME
ESTIVE PRESO
E TE RETIRASTE DISCRETAMENTE PARA TUA SALA
E ORASTE PELA MINHA LIBERTAÇÃO
ESTAVA NUA
E, NA TUA MENTE QUESTIONASTE
A MORALIDADE DA MINHA APARÊNCIA
ESTIVE ENFERMA
E TU AJOELHASTE E AGRADECEU A DEUS PELA TUA SAUDE
ESTAVA DESABRIGADA
E TU ME FALASTE DO ABRIGO ESPIRITUAL DO AMOR DE DEUS
ESTAVA SOLITÁRIA
E TU ME DEIXASTE SOZINHA A FIM DE ORAR POR MIM
PARECIAS TÃO SANTO, TÃO PRÓXIMO DE DEUS!
MAS EU AINDA ESTOU COM FOME...ESOZINHA...E COM FRIO
terça-feira, 2 de junho de 2009
FUGA OU ENGAJAMENTO
ENTRE NÓS, OS EVANGÉLICOS, SÃO MUITOS OS QUE SE COMPORTAM COMO FUJÕES IRRESPONSÁVEIS. VIVER DENTRO DA IGREJA EM COMUNHÃO UNS COM OS OUTROS É MAIS CONVENIENTE DO QUE SERVIR EM UM AMBIENTE EXTERNO APÁTICO OU MESMO HOSTIL. NATURALMENTE, VEZ POR OUTRA FAZEMOS INVESTIDAS NO TERRITÓRIO INIMIGO ATRAVÉS DE CAMPANHAS EVANGELISTICAS (ALIÁS COMO EVANGÉLICOS SOMOS ESPECIALISTAS NISSO) . DEPOIS , CONTUDO, NOS RECOLHEMOS DE NOVO, E APÓS CRUZARMOS O FOSSO DE NOSSO CASTELO CRISTÃO(A SEGURANÇA DA NOSSA PRÓPRIA COMUNHÃO EVANGÉLICA), SUSPENDEMOS A PONTE LEVADIÇA E ATÉ FECHAMOS OS OUVIDOS AOS GRITOS DAQUELES QUE ESMURRAM NOSSO PORTÃO. QUASNTO ÁS OBRAS SOCIAIS, NOSSA TENDÊNCIA É DIZER QUE ISTO É PERDA DE TEMPO, JÁ QUE O SENHOR VAI VOLTAR LOGO. AFINAL DE CONTAS, SE A CASA ESTÁ EM CHAMAS, PARA QUE PENDURAR CORTINAS NOVAS E DAR UM AJEITADA NOS MÓVEIS? O QUE IMPORTA É SALVAR O QUE ESTÁ PERECENDO. DESSA FORMA TENTAMOS SALVAR NOSSA CONSCIÊNCIA COM UMA TEOLOGIA ESPÚRIA.E TEM CASOS QUE A IGREJA PARA LAVAR UM POUCO A CULPA, FAZ O QUE EU ASSISTI EM UMA DETERMINADA IGREJA: VI ALI EM CINCO ANOS UM GASO DE MILHÕES PARA O TEMPLO E NESES CINCO ANOS ESCOLHERAM UMA DONA MARIA E CONSERTARAM O PISO DA CASINHA DELA DE DOIS METROS QUADRADOS, E EM SEGUIDA TODO DOMINGO ANUNCIAVAM A OBRA NO CULTO COMO UM GRANDE FEITO SOCIAL. E JESUS NO SERMÃO DO MONTE IMPLORANDO PARA EST INGUIR DO MUNDO O FARISAISMO, A HIPÓCRISIA. TENHA PACIÊNCIA COM TAMANHA CARA DE PAU.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
ENGANO DO ESPIRITISMO
Postado por René Montarroyos on Quarta-feira, 4 de Março de 2009
Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é "sim". Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde "não". E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: "Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações." Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam. Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto "eu esqueci".
"Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente." - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais. Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27.Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" - Eclesiastes 9:5, 10.
O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol. Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos. Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes. O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:"Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos." - Lucas 16:30, 31.Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição.
Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.Quanto ao "esquecimento", ou se preferir "amnésia espiritual", uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro:"Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade." - 2 Pedro 1:16.Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos - desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo - ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam:"Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele "crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria"? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?"Essa argumentação é errônea porque a Bíblia ensina que Jesus é Deus, e sendo Deus, era eternamente pré-existente. A Bíblia, a quem os espíritas buscam desesperadamente provas para suas alucinações, não ensina que nós somos pré-existentes. Os espíritas não crêem que Jesus era Deus, mas apenas um espírito criado como outro qualquer, porém mais evoluído do que todos os que aqui vieram. Então, desconhecem as duas naturezas de Jesus: Perfeitamente Deus (João 20:28) e perfeitamente homem (1 Timóteo 2:5). Como homem, Jesus era limitado em saber de todas as coisas, pois afirmou que só o Pai sabia o dia e a hora do fim dos tempos (Mateus 24:36), mas como Deus ele sabia de todas as coisas, fato este reconhecido pelos discípulos de Jesus durante a sua vida na terra (João 16:30) e depois de sua ressurreição (João 21:17) E o próprio Jesus mostrou que, como Deus, lembrava-se da glória que teve junto ao Pai antes de haver mundo. (João 17:1-5) Por fim, usar o exemplo de Jesus como tentativa de provar que nosso espírito se esquece das vidas passadas é uma afronta ao Cristianismo. Uma heresia.
Conclusão
Os Espíritas precisam saber das verdades bíblicas sobre o que ocorre quando morremos. Infelizmente, poucos entre nós estudam o que a Bíblia ensina sobre isso. Falta de tempo não é, porque Deus não é mentiroso em afirmar que para tudo há um tempo. (Eclesiastes 3:1) O que precisamos é usar nosso tempo seletivamente para nos aprofundarmos em assuntos espirituais, e nos capacitarmos para evangelizarmos os em escuridão espiritual. Embora nos reportamos aos irmãos em Cristo, aqui, com palavras de ousadia e corajosas sobre a crença espírita, devemos raciocinar com eles de forma compreensiva e amorosa, sem zombaria. Precisamos entender que eles são vítimas de um falso-deus, chamado Satanás, o diabo (2 Coríntios 4:4), que tenta promover uma crença que, se fosse verdadeira, reduziria a nada o sacrifício de Jesus por nós, visto que a doutrina da reencarnação apregoa a salvação por méritos próprios através de sucessivas reencarnações, e não pela morte sacrificial de Jesus.
Fonte:[http://iacs33.blogspot.com/]
Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é "sim". Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde "não". E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: "Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações." Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam. Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto "eu esqueci".
"Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente." - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais. Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27.Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" - Eclesiastes 9:5, 10.
O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol. Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos. Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes. O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:"Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos." - Lucas 16:30, 31.Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição.
Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.Quanto ao "esquecimento", ou se preferir "amnésia espiritual", uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro:"Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade." - 2 Pedro 1:16.Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos - desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo - ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam:"Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele "crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria"? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?"Essa argumentação é errônea porque a Bíblia ensina que Jesus é Deus, e sendo Deus, era eternamente pré-existente. A Bíblia, a quem os espíritas buscam desesperadamente provas para suas alucinações, não ensina que nós somos pré-existentes. Os espíritas não crêem que Jesus era Deus, mas apenas um espírito criado como outro qualquer, porém mais evoluído do que todos os que aqui vieram. Então, desconhecem as duas naturezas de Jesus: Perfeitamente Deus (João 20:28) e perfeitamente homem (1 Timóteo 2:5). Como homem, Jesus era limitado em saber de todas as coisas, pois afirmou que só o Pai sabia o dia e a hora do fim dos tempos (Mateus 24:36), mas como Deus ele sabia de todas as coisas, fato este reconhecido pelos discípulos de Jesus durante a sua vida na terra (João 16:30) e depois de sua ressurreição (João 21:17) E o próprio Jesus mostrou que, como Deus, lembrava-se da glória que teve junto ao Pai antes de haver mundo. (João 17:1-5) Por fim, usar o exemplo de Jesus como tentativa de provar que nosso espírito se esquece das vidas passadas é uma afronta ao Cristianismo. Uma heresia.
Conclusão
Os Espíritas precisam saber das verdades bíblicas sobre o que ocorre quando morremos. Infelizmente, poucos entre nós estudam o que a Bíblia ensina sobre isso. Falta de tempo não é, porque Deus não é mentiroso em afirmar que para tudo há um tempo. (Eclesiastes 3:1) O que precisamos é usar nosso tempo seletivamente para nos aprofundarmos em assuntos espirituais, e nos capacitarmos para evangelizarmos os em escuridão espiritual. Embora nos reportamos aos irmãos em Cristo, aqui, com palavras de ousadia e corajosas sobre a crença espírita, devemos raciocinar com eles de forma compreensiva e amorosa, sem zombaria. Precisamos entender que eles são vítimas de um falso-deus, chamado Satanás, o diabo (2 Coríntios 4:4), que tenta promover uma crença que, se fosse verdadeira, reduziria a nada o sacrifício de Jesus por nós, visto que a doutrina da reencarnação apregoa a salvação por méritos próprios através de sucessivas reencarnações, e não pela morte sacrificial de Jesus.
Fonte:[http://iacs33.blogspot.com/]
domingo, 17 de maio de 2009
DISTRAÇOES INDEVIDAS
" O Impostor que vive em mim presta atenção ao tamanho, a forma e a cor das ataduras que encobrem minha insignificância. O falso eu convence-me de que devo me preocupar com meu peso. Se me refestelo com meio ,litro de sorvete de baunilha com farofa de amendoim da Haagen-Dazs e abalança sinaliza a tortura psicológica na manhã seguinte, fico arrasado, Raia um lindo dia de sol, mas o impostor absorto em si mesmo não acha mais nenhuma graça. Creio que Jesus sorri diante dessas pequenas vaidades(conferir minha aparência na vitrine de uma loja, enquanto finjo olhar as mercadorias), mas elas raptam minha atenção e a desviam do Deus que habita em mim, por algum tempo privado da alegria do espírito santo de Deus. Ainda assim, o falso eu encontra uma resposta plausivel para a minha preocupação com a silhueta e com a aparência e sussurra: " Essa aparência gorducha e desleixada minara sua credibilidade no ministério ", que espertalhão!"
" EU LHES DIGO QUE ESTE HOMEM,
E NAO O OUTRO, FOI PARA CASA
JUSTIFICADO DIANTE DE DEUS.
POIS QUEM SE EXALTA SERÁ HUMILHADO,
E QUEM SE HUMILHA SERÁ EXALTADO".
Lucas 18:14
" EU LHES DIGO QUE ESTE HOMEM,
E NAO O OUTRO, FOI PARA CASA
JUSTIFICADO DIANTE DE DEUS.
POIS QUEM SE EXALTA SERÁ HUMILHADO,
E QUEM SE HUMILHA SERÁ EXALTADO".
Lucas 18:14
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